Marconi crítica redução de R$ 4 milhões no orçamento da prefeitura para o BTN

Por Redação Rede Ilha FM em 06/12/2022 às 04:31:27
(Foto: Divulgação)

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Durante sessão na Câmara de Vereadores de Paulo Afonso nesta segunda-feira, 05, o vereador Marconi Daniel (PV) questionou a Prefeitura sobre o orçamento enviado a Câmara de Vereadores.

O parlamentar criticou a redução do orçamento destinado ao Bairro Tancredo Neves (BTN) que caiu de R$ 7 para R$ 3 milhões de reais no ano e se colocou como defensor da comunidade. "Querem dar um tapa na cara do cidadão, porque um complexo de bairro terá por mês 274 mil reais, quando esse orçamento já foi de 7 milhões e ainda era pouco e esse orçamento vai pra 3 milhões. O BTN nessa gestão é escanteado. Ele é visto só para pedir voto e fazer praça. Um absurdo, um verdadeiro retrocesso para esse bairro receber esse investimento já que é o que mais cresce. Estou na luta em defesa da comunidade do BTN porque conheço a garra desse povo. Iremos propor emendas a esse orçamento que possa desencadear recursos em prol melhorias nas áreas da cultura e esporte", afirmou.

O vereador questionou o alto valor destinado ao gabinete do prefeito. "O gabinete do prefeito com 4 funcionários terá 7 milhões, isso é um absurdo viu, ninguém venha justificar dizendo que o BTN tem outro orçamento das secretarias, o BTN tem orçamento próprio", questionou.

A Prefeitura enviou a Câmara de Vereadores de Paulo Afonso a finanças da gestão que chega a quase R$ 500 milhões. "Mesmo com a receita alta, a prefeitura não vem fazendo a sua parte nem com o povo, muito menos com os fornecedores. O que não faltam são reclamações da falta de pagamento. Como uma prefeitura dessa fica em meio a falta de credibilidade?", questiona.

O vereador voltou a destacar a falta de investimentos na área da saúde pública. "O que me deixa revoltado é presenciar pessoas com covid ao lado de pessoas sem. Isso está acontecendo na UPA aqui. O contágio do vírus é inevitável ocorrer. É preciso a saúde rever isso", disse.

Marconi destacou ainda que: "presenciei vários pacientes indo a farmácia porque não conseguem medicamento na UPA. É preciso ter farmácia popular 24 horas. Essa situação já está vexatória", finaliza.

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